Quem somos

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VERetica

A nossa Missão

Visão da ACEGE

A ACEGE é uma associação de homens e mulheres de empresa, que partilham entre si valores cristãos e procuram aplicá-los no desenvolvimento da sua vida profissional.

A ACEGE propôe-se, como missão inquietar e mobilizar as consciências das pessoas, divulgando valores partilhados pelos seus membros e a doutrina social da Igreja que os exprime.

Queremos ser vistos como uma referência moral na sociedade portuguesa, contribuindo através de uma atitude frontal de afirmação e esclarecimento, para fortalecer a sociedade civil, ajudando a difundir uma cultura de responsabilidade.

Princípios Fundamentais da ACEGE

O Homem

Acreditamos no Homem criado por Deus com características únicas e irrepetíveis, com capacidade para criar e trabalhar em prol de um mundo mais justo e mais humano.

A Empresa

Vemos a empresa como uma comunidade humana, fundada em interesses não coincidentes, mas orientada para finalidades comuns, estruturada segundo o princípio da cooperação e não do conflito, vocacionada para a produção, e, ou comercialização de bens e serviços num mercado global, concorrencial e incerto e, por isso, sujeita a princípios racionais de gestão, de organização e de permanência no mercado. Reconhecemos na empresa um bem social inestimável que tem origem na iniciativa, no risco e na capacidade de indivíduos, mas que só ganha sentido nos fins sociais que prossegue, designadamente na produção de riqueza, na criação de oportunidades de trabalho, na realização dos que nela trabalham e no desenvolvimento social ño seu todo.

A Economia Social de Mercado

Reconhecemos as potencialidades da economia de mercado, quando reconhece o papel fundamental e positivo da empresa, da propriedade privada e da livre criatividade humana, como factor de desenvolvimento económico, social e ambiental.

A Excelência no Trabalho

Reconhecemos o trabalho como um factor essencial para a realização individual e para o progresso social e económico do mundo. Qualquer trabalho, desenvolvido de forma competente, honesta e empenhada, é fonte de afirmação da individualidade e dignidade de cada Pessoa e, simultaneamente, meio de colaboração com Deus na sua continua obra de criação do Mundo.

Procuramos a excelência no trabalho quotidiano e na acção empresarial como um imperativo ético porque só desta forma podemos corresponder à enorme responsabilidade que temos perante a nossa Vida e no projecto de vida de outras pessoas.

O Bem Comum

Queremos com toda a nossa acção contribuir para edificação do bem comum, das condições concretas – materiais, intelectuais, morais e institucionais – que permitam a realização plena de todos os homens e do homem.

28062013_OrgaosSociaisACEGE

Órgãos Sociais (electivos)

Direcção Nacional
João Pedro Tavares (Presidente)
Pedro Castro e Almeida (Vice-Presidente)
Pedro Rocha e Melo (Vice-Presidente)
Alexandra Machado Duarte Neves
Maria Manuel Seabra Costa
Armindo Monteiro
João Ribeiro da Costa
A indicar um elemento ligado à ACEGE XXI

Mesa da Assembleia Geral
Salvador de Mello (Presidente)
Maria Cortez Lobão (Vice-Presidente)
David Zamith (secretário)
Teresa Magalhães Crespo Salvador (secretário)

Conselho Fiscal
Jaime Bastos (Presidente)
Carla Rebelo
Filipe Simões de Almeida

Órgãos Sociais (não electivos)

Direcção Nacional 
(Membros por inerência da Presidência de Núcleos)
Acácio Lopes – núcleo Leiria
Adriano Augusto Diegues – núcleo Bragança
Carlos Gomes da Costa – núcleo Aveiro
Fátima Amorim – núcleo Braga
João Quintela Cavaleiro – núcleo Vila Real
Gonçalo Patrocínio – núcleo Lisboa/Oeste
Gonçalo Lobo Xavier – núcleo Coimbra
João Anacoreta Correia – núcleo Porto
José Lopes Coelho – núcleo Viseu
Ricardo Gouveia – núcleo Funchal
Lourenço Beja da Costa – núcleo Alentejo
Paulo Lopes – núcleo Algarve

Assistente Nacional (Nomeado pelo Plenário da Conferência Episcopal)
Pe. Mário Rui Leal Pedras

Conselho de Patrocinadores
António Pinto Leite – Presidente
Armindo Monteiro
Gonçalo Maleitas Corrêa
Inês Oom de Sousa
José Roquette
João Talone
Manuel Alves Ribeiro
Manuel Clemente
Maria Cortez Lobão
Nuno Brito
Raul Galamba
Salvador de Mello
Vasco de Mello

Mensagem do Presidente

A mensagem central da ACEGE é directa: adoptemos o princípio do amor ao próximo como critério de gestão empresarial. Parece absurdo, inaplicável, místico ou rídiculo. Mas não é: significa tratar os outros como gostaríamos de ser tratados se estivéssemos no lugar deles

Todos os líderes empresariais cristãos devem ponderar juntar-se na ACEGE. Por ser a única associação empresarial cristã, pelo seu compromisso com a Igreja Católica, por não haver cristianismo sem testemunho.A ACEGE nasceu em 1952, há 60 anos. Nela e com ela se escreve a história dos líderes empresariais cristãos desde o pos-guerra até hoje. É uma história de responsabilidade social em todas as circunstãncias. Atravessámos períodos dificílimos, como aquele que agora nos coloca esta desmedida exigência, mas a Esperança foi sempre superior à Realidade, transformando-a.

A ACEGE não impõe, nem julga.

A ACEGE testemunha a ética cristã, que é diferente da ética em sentido comum. O centro da ética cristã não é uma abstração intelectual ou um consenso social, é Cristo, é o Amor. Não podemos confundir Cristo com o princípio da boa fé, nem o Evangelho com o Código Civil.

O Amor é o mais poderoso critério racional de liderança de uma organização. Permite decidir sem grande esforço. O Amor é sério e honesto, o Amor é responsável diante dos riscos, o Amor é sensível com os mais fracos. O Amor procura a competência para poder servir. O Amor tem os outros no centro das suas preocupações. O Amor não é ganancioso, nem árido de valores, nem obcessivo com o lucro pessoal. O Amor é ansioso por dar frutos e multiplicar.

Por isso, a mensagem central da ACEGE é directa: adoptemos o princípio do amor ao próximo como critério de gestão empresarial. Parece absurdo, inaplicável, místico ou rídiculo. Mas não é: significa tratar os outros como gostariamos de ser tratados se estivessemos no lugar deles. Nenhum critério pode ser mais pragmático ou operacional. Ao tomarmos decisões, coloquemo-nos sempre no lugar do nosso colaborador, do nosso fornecedor, do nosso cliente, do nosso accionista, da comunidade que nos envolve e sofre, dos que hão-de vir e esperam receber de nós um mundo vivível.

No lugar deles, que esperaria eu de mim?

Não se trata de gerir de modo ingénuo ou impossível, de recusar ser competitivo, de não enfrentar o sofrimento, como um despedimento, quando necessário. Nada disso. Trata-se de fazer tudo o que uma boa empresa impõe trazendo aquela pergunta na nossa consciência.

Nunca como hoje a empresa foi tão importante como instrumento do Bem. Nunca como hoje houve tanto para fazer e tanto de Bom para partilhar entre responsáveis empresariais. Nunca como hoje Portugal teve uma geração jovem com tantas competências e tantos com um ideal tão nítido de plenitude humana.

Que hora boa para sermos dignos dos dons extraordinários com que Deus nos distinguiu. O dom do risco, o dom da liderança, o dom do negócio, o dom da organização, o dom da entrega do resultado, o dom de não quebrar, o dom da energia, o dom do sentimento positivo, o dom de empreender, o dom de exigir, o dom de decidir, o dom da Fé.

Líderes com valores cristãos fazem organizações humanizadas. Organizações humanizadas fazem pessoas felizes. Pessoas felizes fazem empresas produtivas. Empresas produtivas fazem uma economia competitiva. Uma economia competitiva faz uma sociedade justa.

Assim a ACEGE o acolhe.