- A
ACEGE é um órgão de Informação
online especializado nas áreas da
ética e da responsabilidade social
das empresas. Espaço de reflexão, o
portal propõe-se disponibilizar um
serviço de referência para a
comunidade empresarial de língua
portuguesa, com o objectivo
fundamental de promover a gestão
ética e a responsabilidade social
das empresas e dos gestores.
- A
ACEGE respeita os direitos e
deveres constitucionais da liberdade
de expressão e de informação,
aliando a informação ao debate
alargado sobre as temáticas da
Ética, Responsabilidade Social;
Liderança; Inovação e
Desenvolvimento Pessoal
- A
ACEGE distingue,
criteriosamente, as notícias do
conteúdo opinativo (o qual é da
exclusiva responsabilidade dos
opinantes), reservando-se no direito
de ordenar, interpretar e relacionar
os factos e acontecimentos.
Promovendo o envolvimento em
projectos que contribuam para a
edificação do bem comum, o portal
estende o seu âmbito à participação
da comunidade empresarial na criação
de um clima de negócios com base em
boas práticas e transparência.
- A
ACEGE rege-se por critérios
jornalísticos de rigor e isenção,
respeitando todas as opiniões ou
crenças. Embora dirigido
preferencialmente a gestores e
empresários, a
ACEGE pretende constituir-se
como um portal pluralista, não só
nas áreas mais directamente ligadas
à realidade empresarial, mas também
à sociedade em geral, focando temas
da actualidade e dando voz a quem se
dsipõe a fazer a diferença.
- A
ACEGE compromete-se a respeitar
o sigilo das suas fontes de
informação, não admitindo, em
nenhuma circunstância, a quebra
desse princípio.
- É objectivo da
ACEGE criar um ampla rede de
parcerias capaz de potenciar a
intervenção de cada um dos parceiros
envolvidos na comunidade de lideres,
gestores, empresários ou
colaboradores das empresas,
desenvolvendo projectos e
iniciativas comuns com visibilidade
na comunidade empresarial.
- A
ACEGE cumpre a Lei de Imprensa
e as orientações definidas neste
Estatuto Editorial e pela sua
Direcção e assume como ponto de
honra a consonância entre discurso e
acção, contribuindo, assim, para que
o mundo possa ser visto com outros
olhos.
Princípios
fundamentais defendidos pela ACEGE
• Acreditamos que a
pessoa humana é o princípio e o fim
de toda a vida económica, social e
política.
•
Reconhecemos o trabalho como um
factor essencial para a realização
individual e para o progresso social
e económico do mundo.
Qualquer trabalho, desenvolvido de
forma competente, honesta e
empenhada, é fonte de afirmação da
individualidade e dignidade de cada
Pessoa. São as pessoas que,
através do seu trabalho e atitudes,
moldam as instituições e as
empresas, reflectindo estas a
vivência e os valores daqueles que
as compõem.
•
Procuramos a excelência no trabalho
quotidiano e na acção empresarial
como um imperativo ético,
porque só desta forma podemos
corresponder à enorme
responsabilidade que temos perante a
nossa Vida e no projecto de vida de
outras pessoas. Uma procura que
implica um confronto permanente
entre a procura de uma maior
rentabilidade com a defesa do Homem
– seja trabalhador, cliente ou de
qualquer forma influenciado pela
acção empresarial – e a tentativa
contínua de valorização do Homem
enquanto factor de competitividade
garantindo, no limite, que a
lógica do lucro sirva os direitos
fundamentais da pessoa humana.
• Defendemos a
empresa como uma comunidade humana,
fundada em interesses não
coincidentes, mas orientada para
finalidades comuns, estruturada
segundo o princípio da cooperação e
não do conflito e sujeita a
princípios racionais de gestão, de
organização e de permanência no
mercado. Vemos a empresa como um bem
social inestimável que tem origem na
iniciativa, no risco e na riqueza do
indivíduo, mas que só ganha sentido
nos fins sociais que prossegue,
designadamente na produção de
riqueza, na criação de oportunidades
de trabalho, na realização dos que
nela trabalham e no desenvolvimento
social no seu todo.
•
Reconhecemos as potencialidades da
economia de mercado, quando
aceita o papel fundamental e
positivo da empresa, do mercado, da
propriedade privada e da livre
criatividade humana, como factor de
desenvolvimento económico, social e
ambiental. Pretendemos uma regulação
da actividade económica que defenda
o direito de iniciativa económica e
o direito de propriedade, a par da
criação de mecanismos que assegurem
a inclusão de todos aqueles que se
vejam excluídos do mercado de
trabalho e da sociedade.
• Defendemos que
o Estado existe para servir os
cidadãos e que a sua actuação deve
estar baseada no princípio da
subsidariedade.
Por isso, estaremos atentos, com
igual exigência e independência,
quer à iniquidade e ao desperdício
por parte do Estado, quer a
todas as situações de fraude
praticadas pelas empresas que
falseiam o mercado e minam o Estado
de Direito.
• Desejamos fomentar
a solidariedade individual,
potenciada na capacidade das
empresas e do Estado em
disponibilizar, na justa medida,
recursos extraordinários para o
apoio a iniciativas humanitárias,
sociais, ambientais ou culturais,
procurando, com sentido de
exigência, a promoção do bem de
todos, preferencialmente dos mais
pobres e dos excluídos da vida em
sociedade.
•
Pretendemos, em suma, com
toda a nossa acção, contribuir para
a edificação do Bem Comum, através
de condições concretas – materiais,
intelectuais, morais e
institucionais - que permitam a
realização plena da sociedade em que
nos movemos.
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